Nós esperamos ansiosamente por shows internacionais que nunca vêm e quando parecem vir, mesmo já anunciados, acontece algo no sentido de cancelá-lo. Soube do cancelamento do mais recente e interessante enquanto estava na fila da farmácia.Nunca viajei somente para ir a um show. Já fiz planos que na hora não deram certo Placebo em Brasília e Weezer em Curitiba e alguns outros (Radiohead em São Paulo) simplesmente não me comoveram o suficiente para voar até lá e aqui novamente.
A única banda gringa que vi até hoje foram os White Stripes. Sendo que não foi bem um show, e sim algo como uma apresentação planejada para ser atípica. Claro que já vieram outras bandas gringas, de Iron Maiden a Ben Harper, mas estavam bem longe do meu campo de interesse.
Recentemente, foi o Depeche Mode quem anunciou a vinda ao Brasil, com datas e lugares, tudo organizado, e desmarcou tempos depois. Eu não iria, mas a minha garota iria e um sentimento de transferência assim meio Silvio Santos me faria achar legal porque gosto da banda e gostaria da idéia dela assistir ao show. Gosto bastante do Depeche Mode apesar de ser a banda preferida de um tio idiota e, apesar de detestar alguns sujeitos do estado do Rio de Janeiro, não faria mal algum minha garota sentir um pouco de frio e medo eufórico quando ouvisse Behind the Wheel. Seria bom.
Mas não será. Soube da notícia enquanto estava comprando chazinhos de paracetamol. Li na tv muda passando notícias constantes do IG. Quando voltei ao carro entreguei a ela os remédios e a má nova. Depois do descrétido habitual, ela começou a assimilar a notícia e hoje acredita de forma resignada.
Quanto a mim, até poucos dias estava preocupado com a possibilidade do Wilco voltar a tocar no Brasil. As pessoas mais próximas a mim sabem que um dia eu acordeimais velho e passei a gostar da banda pra valer. Sendo assim, um show no meião do segundo semestre seria um problema porque eu poderia sofrer de duas formas diferentes: 1) complicações profissionais e, consequentemente, financeiras, pelo fato de pegar o 316 e ir em direção à banda ou; 2) sofrer sofrimento mesmo porque mais uma vez um grande show ficaria para trás.
Mas nada disso acontecerá. Ao menos não por enquanto: Dei uma olhada no site oficial da banda e vi que neste segundo semestre eles começarão tocando em Oslo, voltarão para o novo mundo, sairão novamente, e darão o último acorde, coletivo e barulhento, em Amsterdam, no clube Paradiso.
Que bom. Assim terei tempo para entender um pouco mais os álbuns que faltam, ficar um pouco mais velho e comprar a camisa ilustrativa deste post direto na banquinha do show, sem automóveis intermediários, negociando com uma garota de chicago.
Pensando bem, apesar de estranha, esta foi a grande colaboração de Jack and Meg White: ao menos em relação a shows de rock and roll, nada é impossível.
A única banda gringa que vi até hoje foram os White Stripes. Sendo que não foi bem um show, e sim algo como uma apresentação planejada para ser atípica. Claro que já vieram outras bandas gringas, de Iron Maiden a Ben Harper, mas estavam bem longe do meu campo de interesse.
Recentemente, foi o Depeche Mode quem anunciou a vinda ao Brasil, com datas e lugares, tudo organizado, e desmarcou tempos depois. Eu não iria, mas a minha garota iria e um sentimento de transferência assim meio Silvio Santos me faria achar legal porque gosto da banda e gostaria da idéia dela assistir ao show. Gosto bastante do Depeche Mode apesar de ser a banda preferida de um tio idiota e, apesar de detestar alguns sujeitos do estado do Rio de Janeiro, não faria mal algum minha garota sentir um pouco de frio e medo eufórico quando ouvisse Behind the Wheel. Seria bom.
Mas não será. Soube da notícia enquanto estava comprando chazinhos de paracetamol. Li na tv muda passando notícias constantes do IG. Quando voltei ao carro entreguei a ela os remédios e a má nova. Depois do descrétido habitual, ela começou a assimilar a notícia e hoje acredita de forma resignada.
Quanto a mim, até poucos dias estava preocupado com a possibilidade do Wilco voltar a tocar no Brasil. As pessoas mais próximas a mim sabem que um dia eu acordei
Mas nada disso acontecerá. Ao menos não por enquanto: Dei uma olhada no site oficial da banda e vi que neste segundo semestre eles começarão tocando em Oslo, voltarão para o novo mundo, sairão novamente, e darão o último acorde, coletivo e barulhento, em Amsterdam, no clube Paradiso.
Que bom. Assim terei tempo para entender um pouco mais os álbuns que faltam, ficar um pouco mais velho e comprar a camisa ilustrativa deste post direto na banquinha do show, sem automóveis intermediários, negociando com uma garota de chicago.
Pensando bem, apesar de estranha, esta foi a grande colaboração de Jack and Meg White: ao menos em relação a shows de rock and roll, nada é impossível.



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