2.6.10

Jack

...odairef mare siad so sodot, etsixe euq o odut ed sentna, satnoc ed lanifa, euqorp amorf amugla ed axaler oãtnE. airótsih an sodiderp aroga sép so erbos emrif arret amu revah ed omsem setna oãs sasioc sa euq missa é euq atatsnoc êcov E .odnahca es e odnedrep es oãraunitnoc sasioc sa sadot e adan etnematulosba arap atlov àh oãn euq ed edadilibissop a erbos asnep e aràp êcov oãtnE...

Um comentário:

San disse...

Joao Francisco

muito me agradou seu blog. Não me lembro exatamente como o táxi do Googól me trouxe aqui (estou parecendo aquela bebum que dá o endereço errado ao taxista, que a larga com cara de ué e vai embora), mas valeu.

Estou gostando do seu conto e, embora sendo mulher, entendo e concordo com sua impiedosa descrição da relação mulher/beleza/tempo. É um horror para algumas de nós, e eu não sei exatamente onde me encaixo, se entre as mais ou as menos privilegiadas, haha.

Neste post Jack, olha o que é o cérebro da pessoa, não consegui decifrar "...oadiref maer siad ", pode? Imaginei que você propositadamente 'desordenou a desordem' das letras no final, se é que me faço entender.

Enfim, tudo bacana. Apareça lá no meu blog pra sentir o clima
http://nervosa-san.blogspot.com/

De repente a gente pode ter umas figurinhas pra trocar nesse lance da escrevinhação (que no meu caso é estritamente lúdica e ocasional).
Olha a minha pretensão, sorry.

Parabéns, abraço
San, a Nervosa